Apr 11, 2007
PEDRAS VIVAS
Na ventosa costa britânica da França, o abade Adolph Juelienne Foure passou quase dez horas todos os dias durante 25 anos, esculpindo mais de 300 figuras em uma enorme seção de rocha sobre o mar. As estátuas contam a história fantástica da família Rotheneuf, uma tribo de contrabandistas, piratas e pescadores fora da lei do século XVI. Por que o sacerdote francês dedicou o último terço de sua vida à escultura dessas criações no penhasco ninguém sabe.
Sabemos porém algo maior que acontece diariamente em nossas vidas, motivado pelo Espírito Santo que em nós habita. Devemos ser moldados por Ele mediante a obra da cruz e esculpidos como pedras no templo vivo de Deus, a Igreja. Essa tarefa exige todo o nosso tempo e energia, não como obreiros mas como servos dispostos a submeter-se às mãos amorosas do nosso Mestre abençoado.
Sabemos porém algo maior que acontece diariamente em nossas vidas, motivado pelo Espírito Santo que em nós habita. Devemos ser moldados por Ele mediante a obra da cruz e esculpidos como pedras no templo vivo de Deus, a Igreja. Essa tarefa exige todo o nosso tempo e energia, não como obreiros mas como servos dispostos a submeter-se às mãos amorosas do nosso Mestre abençoado.
DE JOELHOS… MARCHEMOS!
Toda primavera e verão desde 1976, Hans Mullikin, um pregador leigo de 39 anos, da cidade de Marshall, no Texas, se arrastou de joelhos em direção à Casa Branca em Washington. No dia 22 de novembro ele terminou sua jornada de dois anos e meio, cobrindo 2.560 quilômetros, apenas para ouvir que o Presidente Carter estava muito ocupado para atendê-lo.
Para a sua incrível façanha, o Sr. Mullikin usou umas joelheiras grossas, muito usadas, presas nos joelhos, com dez camadas de acolchoado. Enquanto se arrastava, levava nas mãos uma barra com uma roda de triciclo em cada extremidade. Cada noite ele retornava ao seu caminhão para dormir e na manhã seguinte voltava ao ponto em que tinha parado e continuava a caminhada. Ele fez isso durante a primavera e o verão e no inverno voltava a Marshall, ao seu emprego em uma madeireira.
Para a pergunta óbvia: “Por que?” O Sr. Mullikin replicou: “Eu queria mostrar aos americanos que precisamos ficar de joelhos e nos arrepender… Isto foi algo que levava no coração e queria fazer pelo meu país”.
Para a sua incrível façanha, o Sr. Mullikin usou umas joelheiras grossas, muito usadas, presas nos joelhos, com dez camadas de acolchoado. Enquanto se arrastava, levava nas mãos uma barra com uma roda de triciclo em cada extremidade. Cada noite ele retornava ao seu caminhão para dormir e na manhã seguinte voltava ao ponto em que tinha parado e continuava a caminhada. Ele fez isso durante a primavera e o verão e no inverno voltava a Marshall, ao seu emprego em uma madeireira.
Para a pergunta óbvia: “Por que?” O Sr. Mullikin replicou: “Eu queria mostrar aos americanos que precisamos ficar de joelhos e nos arrepender… Isto foi algo que levava no coração e queria fazer pelo meu país”.
Apesar da sabedoria do Sr. Mullikin ser desconhecida para nós, o seu zelo é todavia admirável. A Igreja pode perfeitamente aprender pela sua experiência de maneira simbólica. A Igreja só pode avançar de joelhos! Disse o Sr. Mullikin em uma entrevista: “A pior parte de toda a viagem foi para mim ajoelhar-me na primeira manhã”. Como isso é verdadeiro! Os que sabem pelo menos alguma coisa a respeito da oração eficaz, reconhecerão que “a pior parte” é ajoelhar-se da primeira vez.
Se quisermos avançar em “direção ao alvo” (Fp. 3:14), é preciso ajoelhar!
Se quisermos avançar em “direção ao alvo” (Fp. 3:14), é preciso ajoelhar!
“DESPERDÍCIO?” (Mateus 28:8)
Em 1929, depois de um trabalho prolongado a favor do evangelho, Watchman Nee voltou cansado à sua cidade natal em Foochow, na China. Certo dia em que andava pelas ruas com uma bengala, muito fraco e com a saúde abalada, encontrou-se com um dos seus antigos professores da Faculdade. O professor levou-o a uma casa de chá onde se sentaram. O professor observou-o bem e então lhe disse: “Olhe, durante seus anos na escola nós o tínhamos em alta conta. Esperávamos que chegasse ao sucesso.
Você está querendo me dizer que é isto que você é?” Ao ouvir esta pergunta tão direta, seu primeiro desejo, como contou mais tarde, foi deixar-se abater e chorar. Sua carreira, sua saúde, tudo se fora, e ali estava seu antigo professor, perguntando: “Você está ainda onde se achava, sem qualquer sucesso ou progresso para mostrar?” Mas no momento seguinte, conforme as palavras do irmão Nee, ele soube realmente o que era ter o Espírito da glória pousando sobre a sua pessoa. A idéia de poder derramar sua vida pelo seu Senhor inundou literalmente a sua alma de glória. Ele pôde olhar para o alto em silêncio, e dizer: “Senhor, eu Te louvo! Esta foi a melhor coisa que me aconteceu. Eu escolhi o curso certo!”
Você está querendo me dizer que é isto que você é?” Ao ouvir esta pergunta tão direta, seu primeiro desejo, como contou mais tarde, foi deixar-se abater e chorar. Sua carreira, sua saúde, tudo se fora, e ali estava seu antigo professor, perguntando: “Você está ainda onde se achava, sem qualquer sucesso ou progresso para mostrar?” Mas no momento seguinte, conforme as palavras do irmão Nee, ele soube realmente o que era ter o Espírito da glória pousando sobre a sua pessoa. A idéia de poder derramar sua vida pelo seu Senhor inundou literalmente a sua alma de glória. Ele pôde olhar para o alto em silêncio, e dizer: “Senhor, eu Te louvo! Esta foi a melhor coisa que me aconteceu. Eu escolhi o curso certo!”
NOSSA FOTOGRAFIA
O Sr. Spurgeon recebeu certa vez uma cópia do Comentário sobre Levítico de Andrew Bonar. A leitura abençoou-o de tal forma que devolveu o livro, dizendo: “Dr. Bonar, por favor coloque aqui o seu autógrafo e a sua fotografia”. O volume voltou às suas mãos com a seguinte nota do Dr. Bonar: “Caro Spurgeon, eis o livro com meu autógrafo e minha foto. Se estivesse disposto a esperar mais um pouco teria uma semelhança melhor, pois serei como Ele; vê-lo-ei como Ele é”.
COMO LEVAR A NOSSA CRUZ?
Henry Moorhouse, um nobre evangelista, passava certa vez por circunstâncias difíceis. Ele estava procurando obter do Senhor palavras de encorajamento. Certo dia ao chegar em casa, sua filhinha que era paralítica estava sentada em sua cadeira. Henry trazia nas mãos um pacote para a esposa. Ele beijou a filha e lhe perguntou: “Onde mamãe está?” “Mamãe está lá em cima”, ela respondeu. “Bem, tenho aqui um pacote para ela”. “Deixe-me levar isso para mamãe”, falou a pequena. “Mas, Minnie, querida, como você pode levar o pacote? Você não pode nem sequer levar a si mesma”. Com um sorriso nos lábios, Minnie lhe disse: “O, não, papai; mas você me dá o embrulho, eu o levo, e você me leva”.
Levar a nossa cruz não é difícil se soubermos como fazer isso diariamente.
Levar a nossa cruz não é difícil se soubermos como fazer isso diariamente.
COMO SE FORMA UMA PÉROLA?
Deus sabe muito bem que a vida na terra não valeria a pena se todas as fontes de irritação fossem removidas, e assim, muito sabiamente ele providencia as coisas que nos irritam para que sejam a nossa cruz. Todavia, a maioria de nós se rebela contra essas irritações e tem como grande perda aquilo que deveria considerar como lucro. Ficamos sabendo que a ostra é mais sábia, pois quando um objeto que causa irritação, como um grão de areia, entra em sua concha, ela simplesmente o cobre com a parte mais preciosa do seu ser e o transforma em pérola. A irritação que estava causando cessa ao ser coberta com a formação perolina. Uma pérola verdadeira e, portanto, simplesmente uma vitória sobre a irritação e uma vida tirada da morte. Toda irritação, que surge em nossa vida hoje, é uma oportunidade para a cultura de uma pérola. Que estoque de pérolas poderemos ter, se sinceramente levarmos a nossa cruz diária e seguirmos o Senhor.
ELE VIVE AQUI
Junto à residência real de Osborne na Ilha de Wight, haviam alguns asilos de mendigos. Ao visitar uma velha senhora num desses asilos, um senhor lhe perguntou: “A Rainha Vitória já veio visitá-la aqui?” “Ó, sim,’ foi a resposta, “Sua Majestade vem me ver”. “E o Rei dos reis a visita?” perguntou a mesma pessoa. “Não, senhor,” disse a mulher, “Ele não visita, Ele mora aqui.”
O PODER DO ESPÍRITO
O Sr. Spurgeon pregou certa vez um sermão que, segundo ele, foi um dos piores que já tinha pronunciado. Ele gaguejou e se perdeu e, ao término do mesmo, sentiu que tinha sido um fracasso completo. Foi grande a sua humilhação, e quando chegou em casa ajoelhou-se e disse: “Senhor Deus, Tu podes fazer algo com o nada. Por favor, abençoe este sermão” Durante a semana que se seguiu ele resolveu que se redimiria pregando um grande sermão. Foi o que aconteceu, no domingo seguinte a pregação foi ótima. No final, as pessoas o rodearam e o cobriram de elogios.
Spurgeon foi para casa satisfeito consigo mesmo e nessa noite dormiu como uma criança. Mas disse em seu íntimo: “Vou observar esses dois sermões”. O que houve ? Através daquele que lhe parecera um fracasso pôde traçar quarenta e uma conversões, e do outro, tão magnífico, não conseguiu descobrir uma alma sequer que tivesse sido salva. A explicação de Spurgeon foi que o Espírito de Deus usou um deles e não o outro. Nada podemos fazer sem o Espírito de Deus que nos ajuda em nossas enfermidades.
Spurgeon foi para casa satisfeito consigo mesmo e nessa noite dormiu como uma criança. Mas disse em seu íntimo: “Vou observar esses dois sermões”. O que houve ? Através daquele que lhe parecera um fracasso pôde traçar quarenta e uma conversões, e do outro, tão magnífico, não conseguiu descobrir uma alma sequer que tivesse sido salva. A explicação de Spurgeon foi que o Espírito de Deus usou um deles e não o outro. Nada podemos fazer sem o Espírito de Deus que nos ajuda em nossas enfermidades.
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