Ele “…veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lc 19. 10). Todo o seu ministério foi dedicado à conquista das almas (Jo 4.34), pois Ele as via como “ovelhas que não têm pastor”, desgarradas e errantes (Mt 9.36), como doentes necessitados de médico (Mt 9.12). Por esta razão, Ele as ensinava e curava (Mt 9.35), expulsava demônios (Lc 4.35,36), ressuscitava mortos (Jo 11.42-44). O seu amor pelas almas era tão grande (Mc 10.21; Lc 19.41) que, para comprá-las para Deus (Ap 5.9), Ele viveu uma vida de obediência até a morte (Fp 2.8), dando voluntariamente a sua própria vida como preço de resgate delas (Ef 1.7), fazendo-se pecado por elas (2 Co 5.21), para libertá-las do pecado (Jo 8.32-36), das potestades das trevas (Cl 1.13), da ira de Deus (Jo 3.36; Rm 5.9), do medo da morte (Hb 2.14) e do medo da condenação (Jo 5.24; Rm 8.1); para torná-las “filhos de Deus” (Jo 1.12) e idôneas “… para participar da herança dos santos na luz” (Cl 1.12).
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